E a Casa das Rosas homenageia o escritor James Joyce. Veja só a programação, que começa hoje:
sábado, 12 de junho de 2010
Reserva Infantil e Bloomsday
O Reserva Cultural voltou com a sua Reserva Infantil aos domingos. O legal é que são programados dois filmes simultâneos: um para adultos, outro para crianças. Confira:
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sexta-feira, 11 de junho de 2010
Cinema e moda, cinema e música
Cinema é uma linguagem tão completa que tem tudo a ver com outras artes e atividades, a exemplo do que ocorre com a música e a moda, em dois eventos programados pela Secretaria Municipal da Cultura de São Paulo.
O ÁUDIO NO VISUAL
Neste sábado, o pianista e maestro Laércio de Freitas fará ao vivo a trilha sonora de um histórico filme nacional mudo, Braza Dormida – como se escrevia na época.
O filme é uma das primeiras produções brasileiras da centenária arte cinematográfica. Dirigido por Humberto Mauro em 1928, tem no elenco Nita Ney, Luiz Soroa, Máximo Serrano. Conta a história do jovem Luís Soares, que é mandado para o Rio de Janeiro pelo pai industrial para estudar. Na cidade grande, consegue emprego como gerente de uma usina no interior e se apaixona pela filha do proprietário. Teve livre refilmagem por Djalma Limongi Batista, que homenageou Humberto Mauro com a comédia romântica Brasa Adormecida (1987), trazendo no elenco Edson Celulari e Maitê Proença.
Laércio de Freitas também é ator, e ganhou o Kikito no Festival de Gramado pela trilha sonora do curta-metragem Amassa que elas gostam.
A apresentação faz parte do evento gratuito O ÁUDIO NO VISUAL – Uma breve história do som no cinema, que tem curadoria de Célio Franceschet, Evaldo Piccino e Lívio Tragtemberg.
Quando: sábado (12), às 19 horas.
Onde: Biblioteca Temática em Cinema Roberto Santos – Rua Cisplatina 505 – Ipiranga – São Paulo – SP – Telefone: (11) 2273-2390
CINEMA DE MODA NA GALERIA OLIDO
A Galeria Central, em parceria com o Cine Olido, realiza a 2ª edição da mostra Cinema de Moda, evento paralelo à exposição Roupa de Domingo na Arte Popular. Dezesseis curadores convidados, entre estilistas, críticos de moda, colunistas e outros profissionais de moda ou de cinema definiram os filmes que estão sendo exibidos desde o dia 8. Complementando as exibições dos filmes, há bate-papos com curadores convidados. Todas as projeções têm suporte em DVD.
Apoio: SPFW – São Paulo Fashion Week, Secretaria Municipal de Cultura, Revistas Trip e TPM, Rádio Jovem Pan, Associação Viva O Centro e Consulado Geral da França.
Onde: Galeria Olido – Cine Olido – Avenida São João, 473 – Centro – São Paulo – Telefones: (11) 3331-8399 / 3397-0171.
Quando: diversos horários, até o dia 16.
Quanto: R$ 1
Confira a programação completa no site da Galeria Olido.
TRÊS DO LÍNGUA EM SANTO ANDRÉ
O ÁUDIO NO VISUAL
Neste sábado, o pianista e maestro Laércio de Freitas fará ao vivo a trilha sonora de um histórico filme nacional mudo, Braza Dormida – como se escrevia na época.
O filme é uma das primeiras produções brasileiras da centenária arte cinematográfica. Dirigido por Humberto Mauro em 1928, tem no elenco Nita Ney, Luiz Soroa, Máximo Serrano. Conta a história do jovem Luís Soares, que é mandado para o Rio de Janeiro pelo pai industrial para estudar. Na cidade grande, consegue emprego como gerente de uma usina no interior e se apaixona pela filha do proprietário. Teve livre refilmagem por Djalma Limongi Batista, que homenageou Humberto Mauro com a comédia romântica Brasa Adormecida (1987), trazendo no elenco Edson Celulari e Maitê Proença.
Laércio de Freitas também é ator, e ganhou o Kikito no Festival de Gramado pela trilha sonora do curta-metragem Amassa que elas gostam.
A apresentação faz parte do evento gratuito O ÁUDIO NO VISUAL – Uma breve história do som no cinema, que tem curadoria de Célio Franceschet, Evaldo Piccino e Lívio Tragtemberg.
Quando: sábado (12), às 19 horas.
Onde: Biblioteca Temática em Cinema Roberto Santos – Rua Cisplatina 505 – Ipiranga – São Paulo – SP – Telefone: (11) 2273-2390
CINEMA DE MODA NA GALERIA OLIDO
Clube da Luta (1999) é uma das escolhas menos óbvias da mostra
A Galeria Central, em parceria com o Cine Olido, realiza a 2ª edição da mostra Cinema de Moda, evento paralelo à exposição Roupa de Domingo na Arte Popular. Dezesseis curadores convidados, entre estilistas, críticos de moda, colunistas e outros profissionais de moda ou de cinema definiram os filmes que estão sendo exibidos desde o dia 8. Complementando as exibições dos filmes, há bate-papos com curadores convidados. Todas as projeções têm suporte em DVD.
Apoio: SPFW – São Paulo Fashion Week, Secretaria Municipal de Cultura, Revistas Trip e TPM, Rádio Jovem Pan, Associação Viva O Centro e Consulado Geral da França.
Onde: Galeria Olido – Cine Olido – Avenida São João, 473 – Centro – São Paulo – Telefones: (11) 3331-8399 / 3397-0171.
Quando: diversos horários, até o dia 16.
Quanto: R$ 1
Confira a programação completa no site da Galeria Olido.
TRÊS DO LÍNGUA EM SANTO ANDRÉ
Nesta sexta, 11 de junho, às 22 horas, tem show do TRÊS DO LÍNGUA - formado por LAERT SARRUMOR, CACÁ LIMA e SÉRGIO GAMA, do LÍNGUA DE TRAPO (nessa ordem, na foto).
Onde: Espaço Cultural Perna de Cobra - Rua Arthur de Queirós, 99 - Bairro Casa Branca - Santo André – Telefones: (11) 4427-4858 / 2228-1874
Mais informações no site do Espaço Cultural Perna de Cobra.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Peças e exposições em cartaz na cidade
Foto: Divulgação / Thiago Russi
HOJE TEM MAZZAROPIBaseada na vida e na obra do ator, diretor e empresário paulista Amácio Mazzaropi, a peça Hoje Tem Mazzaropi está em cartaz no Teatro União Cultural. O espetáculo sobre um dos personagens que melhor representam a cultura popular brasileira tem texto de Mário Viana e direção de Hugo Coelho.
Hoje Tem Mazzaropi apresenta Philaderpho – personagem criado por Júlio Lima –, primo distante de Mazzaropi, sua esposa Zefa e as filhas Dolor e Maricota. Quando a primogênita decide deixar o campo para ser artista na cidade grande, a família toda sai em sua busca. No caminho, eles passam por divertidas confusões.
Elenco: Iara Jamra, Julio Lima, Silvia Poggetti, Beto Galdino, Dani Mustafci e Maria Carolina Dressler
Onde: Teatro União Cultural – Rua Mário Amaral, 209 – Paraíso – Telefones: (11) 2148-2904 e 2148-2905
Quanto: R$ 20 (sexta), R$ 30 (domingo) e R$ 40 (sábado).
Quando: sextas, 21h30; sábados, 21 horas; domingos, 20 horas. ATÉ 27 DE JUNHO.
Foto: Divulgação / João Caldas
A GRANDE VOLTA
O publicitário Henrique (Rodrigo Lombardi) vive um período conturbado: perdeu o emprego, sua mulher o abandonou e levou seu filho junto e o pai Boris (Fúlvio Stefanini), sem aviso, mudou-se para sua casa. Um ator ultrapassado e há muito fora dos palcos, Boris é chamado para viver um personagem clássico, o Rei Lear, de Shakespeare. Debaixo do mesmo teto, pai e filho são obrigados a enfrentar semelhanças que ambos não admitem.
A Grande Volta é baseada na peça francesa Le Grand Retour de Boris S., de Serge Kribus – escrita em 2000, ganhou montagens em todo o mundo. Traduzida por Paulo Autran, é uma comédia dramática dirigida por Marco Ricca e coloca os atores diante de uma história que fala de amor, medo, solidão, falhas e sonhos.
Onde: Teatro Faap – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis – Telefone: (11) 3662-7233
Quando: sextas, às 21h30; sábados, às 21 horas; domingos, às 18 horas
Quanto: R$ 70
Daniel Guimarães/Folha Imagem
BRECHERET NO MUBE
Em celebração ao seu 15º aniversário, o Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) apresenta, em parceria com o Instituto Victor Brecheret, a mostra Brecheret: Mulheres de Corpo e Alma. São 60 esculturas e 107 desenhos – a maioria inédita – reunidos sob o tema da mulher.
Diferentemente da maioria dos museus, o MuBE não tem acervo fixo, mas destaca mostras itinerantes com grandes nomes da arte de vanguarda. Foi inaugurado em 1995, justamente com uma mostra de 140 peças de Victor Brecheret.
Onde: Museu Brasileiro de Escultura – Avenida Europa, 218 – Jardim Europa – Telefone: (11) 3081-8611
Quando: de terça a domingo, das 10 às 19 horas – ATÉ 25 DE JULHO
ENTRADA FRANCA
Foto: Divulgação
ELIFAS ANDREATO – AS CORES DA RESISTÊNCIA
O brilhante trabalho realizado pelo artista plástico paranaense Elifas Andreato durante a ditadura militar – especialmente capas de discos, cartazes de eventos e peças teatrais – está na mostra Elifas Andreato – As cores da resistência, com mais de cem peças.
Enquanto muitos se calaram ou se omitiram, Andreato, com seus pincéis e cores, resistiu bravamente. Daí o local escolhido para a exibição se o Memorial da Resistência, instalado na Estação Pinacoteca, num espaço que já foi presídio político.
A mostra evidencia a importância da arte de Andreato como instrumento de resistência política. Entre os trabalhos do período estão: o cartaz para a peça “Mortos Sem Sepultura”, de Jean Paul-Sartre, e a capa do disco “Nervos de Aço”, de Paulinho da Viola, além de edições de jornais e revistas conhecidos pela oposição ao regime militar, como Jornal Momento, Opinião, Movimento, EX e Argumento.
Onde: Memorial da Resistência – Largo General Osório, 66 – Luz (Próximo à Estação Luz do Metrô e da CPTM) – Telefones: (11) 3335-4996 / 4990
Quando: De terça a domingo, das 10 às 17h30.
Quanto: gratuito (ou R$ 6, com direito a visita às exposições da Estação Pinacoteca, gratuitas aos sábados)
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Três do Língua aquecem a programação da semana
A semana começou fria em boa parte do Brasil. E, para aquecer o meio de semana, uma boa opção é o show do Três do Língua, no Café Paon, com três dos integrantes da banda Língua de Trapo: Laert Sarrumor, Cacá Lima e Sérgio Gama. Confira:
Mais informações no site do Café Paon.
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Três do Língua
domingo, 6 de junho de 2010
'Golpista do Ano' traz Rodrigo Santoro gay
Divulgação
Bem, não é a primeira vez que Santoro aparece como gay em um filme. Em Carandiru (Hector Babenco, 2003), ele faz Lady Di, a noiva de Gero Camilo (No Way), e com ele se casa na prisão.O Golpista do Ano, porém, é uma comédia, que estreou por aqui neste fim de semana, às vésperas da Parada Gay, mas nos Estados Unidos – onde foi exibida originalmente no Festival de Sundance, há mais de um ano – a estreia já foi adiada várias vezes, e agora ficou para outubro. A alegação são problemas jurídicos – falta de pagamento da distribuição. Ou, na verdade, seria puro preconceito?
Além do carioca Rodrigo Santoro e do canadense Jim Carrey, o elenco do filme – cujo título original é I Love You, Phillip Morris – traz o escocês Ewan McGregor, que faz o papel-título.
Jim Carrey (Steven Russell) mais uma vez faz o palhaço trágico, agora como policial casado que larga a mulher para se assumir como gay, vai preso (não por isso) e descobre o amor na cadeia. Passa o filme fugindo da cadeia e forjando golpes e novas identidades, para poder viver em alto estilo sua história de amor com Phillip Morris. É baseado em história real, já que o protagonista não ficcional ainda está na cadeia, nos EUA.
O filme levanta questões importantes num mundo em que, cada vez mais, importam o consumismo e as aparências, e que conclui – como muitas vezes ocorre na nossa vida – que nunca conhece completamente a quem se ama, seja numa relação hétero ou homossexual, ou entre amigos e familiares.
Fontes: UOL e Estadão
ZÉLIA DUNCAN AJUDA A ESCOLHER PARCEIRO PARA TOM ZÉ
A cantora Zélia Duncan é a jurada convidada que vai ajudar a escolher o parceiro artístico para Tom Zé, que participa da segunda edição do Prêmio Musique, realizado pelo Estadão e Rádio Eldorado. Zélia fará parte do júri presidido por Amílton Godoy, pianista do Zimbo Trio. O júri é formado ainda pelos jornalistas Julio Maria e Lucas Nóbile, do Estadão; Rogério Chiocchetti, gerente artístico da Rádio Eldorado; e Murilo Pontes, gerente artístico da Gravadora Eldorado.
Tom Zé busca seu novo parceiro, que deve fazer uma música para a letra inédita Pavana Para Uma Terra Viva. Os versos, assim como todo o regulamento, estão no site do Prêmio Musique. Os interessados devem fazer uma música original para a letra de Tom e enviá-la em formato MP3 até amanhã (7 de junho), pelo site do projeto. Os jurados fazem uma seleção, escolhem cinco finalistas e os enviam para que o próprio Tom Zé escolha seu parceiro ideal.
A primeira edição do Prêmio Musique teve como letrista convidado Arnaldo Antunes, que enviou a música inédita Planta Colhe. Mais de 500 canções foram enviadas de 22 estados brasileiros. O vencedor foi o mineiro Oleives, de Belo Horizonte.
NEY MATOGROSSO FALA SOBRE PERFORMANCE E FIGURINO
O cantor Ney Matogrosso abre, na quarta-feira, o 8º Ziguezague – Desfiles Incríveis, Conversas Transversais, Oficinas Transitivas, que prossegue até sábado no auditório, no ateliê e na marquise do Museu de Arte Moderna de São Paulo. O Ziguezague tem como tema desta edição as obras dos artistas plásticos Flávio de Carvalho e Hélio Oiticica.
Ney falará com o público sobre seu trabalho, sua relação com os figurinos e sua performance. O cantor figura na mostra A Cidade do Homem Nu, em cartaz no MAM como exposição paralela à retrospectiva que a instituição dedica a Flávio de Carvalho.
Onde: MAM – Parque do Ibirapuera, portão 3.
Quando: quarta (9 de junho), das 11 às 13 horas
Quanto: evento gratuito – exceto as oficinas (R$ 10) – e é necessário se inscrever pelo e-mail educativo@mam.org.br ou pelo telefone 5085-1313.
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sábado, 5 de junho de 2010
Documentário ‘Elevado 3.5’ retrata o famoso ‘Minhocão’
Em tempos de mais uma proposta de demolição do polêmico Elevado Costa e Silva – o popular “Minhocão” – e no Dia Mundial do Meio Ambiente, nada melhor do que mencionar a estreia do documentário Elevado 3.5. Vencedor do festival É Tudo Verdade 2007, chega agora às salas de cinema, em época bastante oportuna.
Em 1969, o elevado era anunciado pelo então prefeito da capital paulista, Paulo Maluf, como “A nova solução de sistema rodoviário da cidade”. Todos os dias, milhares de automóveis circulam por seus 3,5 quilômetros, no “monumento” que privilegia o transporte individual, tendo aliviado o trânsito e se transformado na principal ligação entre as zonas oeste e leste.
Há um mês, o atual prefeito, Gilberto Kassab, decretou sua demolição em no máximo 15 anos. Esta não foi a primeira ideia, já que a construção é acusada de ter contribuído em grande parte para a deterioração da região central da cidade, e dos antigos bairros chiques de Campos Elísios e Santa Cecília, e há décadas tem recebido projetos alternativos a ele.
O Elevado já foi cenário de filmes, comerciais e desfiles, mas pela primeira vez é retratado como personagem principal. Muitas cenas foram feitas antes da entrada em vigor do projeto Cidade Limpa, que tirou todos os outdoors do entorno. A equipe de diretores e produtores não só filmou ali, como também o usou para exibir o filme no último domingo. Uma estrutura com tela, 500 cadeiras, sistema de som e projetor de cinema foi montada no viaduto. A surpresa foi que surgiram 2 mil espectadores. Transeuntes subiram o Elevado e moradores dos prédios vizinhos pararam para ver o filme, munidos até mesmo de tigelas de pipoca.
Nenhum dos diretores do filme – Maíra Bühler, João Sodré, Paulo Pastorelo – é cineasta de formação. Ela é antropóloga. Eles, arquitetos. “Nosso histórico contribuiu para que a filmagem fosse calcada em uma pesquisa muito bem embasada. Além de termos convivido com o local – tínhamos um escritório na Santa Cecília –, nosso olhar se voltou sempre para o fator humano, e não somente para o caráter arquitetônico da questão”, comenta Sodré.
Pessoas “comuns” de várias origens e moradores de prédios vizinhos ganham voz e rosto em Elevado 3.5. Elas dividem seu dia a dia e humanizam o Elevado de diferentes formas. Houve até quem declarasse sentir falta do barulho de buzinas e motores nos horários em que permanece fechado (à noite, domingos e feriados).
Elevado 3.5 está em exibição exclusiva no Espaço Unibanco de Cinema, na Rua Augusta, 1.475.
CELSO SIM E ARTHUR NESTROVSKI
Lançamento dos CDs “Pra que Chorar” e “Chico Violão”. Celso Sim e Arthur Nestrovski desenvolvem, há alguns anos, uma parceria musical que passa pela composição de trilhas e canções para espetáculos de dança e teatro, além de desenvolver trabalho conjunto com Zé Miguel Wisnik. Em “Pra que chorar”, Celso Sim apresenta 16 músicas, com influências que vão de Dorival Caymmi, Cartola e Ismael Silva a Robert Schumann e Franz Schubert. Arthur Nestrovski mostra, em “Chico Violão”, 15 músicas de Chico Buarque, em arranjos para violão solo. O repertório dos dois álbuns compõe esta apresentação.
Onde: Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93
Quando: só hoje (5), às 21 horas.
Quanto: R$ 4 a R$ 16
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Celso Sim e Arthur Nestrovski,
Documentário Elevado 3.5
terça-feira, 1 de junho de 2010
Mônica Salmaso, Teco Cardoso e Nelson Ayres
PROJETO BEM CASADO - SESC POMPEIA
A cantora Mônica Salmaso e o saxofonista/flautista Teco Cardoso fazem apresentação única imperdível no Sesc Pompeia, tendo como convidado muito especial o pianista Nelson Ayres. No repertório, obras de Villa-Lobos, valsas do começo do século passado, sambas esquecidos e o lirismo de Tom Jobim.
IMPERDÍVEL! Já garanti meu ingresso, e é bom correr!
Onde: SESC Pompeia - Rua Clélia, 93
Quando: sexta, 11 de junho, às 21 horas.
Quanto: R$ 5 a R$ 20
Nelson Ayres, Mônica Salmaso e Teco Cardoso
A cantora Mônica Salmaso e o saxofonista/flautista Teco Cardoso fazem apresentação única imperdível no Sesc Pompeia, tendo como convidado muito especial o pianista Nelson Ayres. No repertório, obras de Villa-Lobos, valsas do começo do século passado, sambas esquecidos e o lirismo de Tom Jobim.
IMPERDÍVEL! Já garanti meu ingresso, e é bom correr!
Onde: SESC Pompeia - Rua Clélia, 93
Quando: sexta, 11 de junho, às 21 horas.
Quanto: R$ 5 a R$ 20
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Tom Jobim
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