quarta-feira, 1 de maio de 2013

Peça ANA NÃO ESTÁ

Abro o mês com uma dica de teatro. Trata-se da peça Ana não está, em cartaz no Teatro Mezanino do Sesi Paulista.
O texto é de Murilo De Paula, autor do Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council. A direção é de Gilberto Gawronski, com elenco formado por atores do Núcleo Experimental de Artes Cênicas do Sesi-SP.
Insurreição? Caos? Algo terrível abala a cidade: apagão, uma multidão ocupa as ruas, helicópteros tomam o céu. Ninguém sabe o que aconteceu. Não há informações nem TVs, e os telefones não funcionam. Um casal refugiado em seu apartamento vive o desespero diante da própria impotência. Ana, sua filha, está desaparecida. Onde procurá-la?
Quando os limites emocionais são rompidos, outro universo surge, as fronteiras entre consciente e subconsciente, dentro e fora, tornam-se nubladas e frágeis como uma vidraça. Excedendo o conflito particular, o que se passa na escuridão do apartamento é a erupção de questões humanas e sociais.
Onde: Sesi-SP – Espaço Mezanino | Av. Paulista, 1.313 (Metrô Trianon-Masp) – Capacidade: 50 lugares
Quando: de quinta-feira a sábado, às 20h30; e domingo, às 19h30 – até 30 de junho
ENTRADA FRANCA – A distribuição dos ingressos (até dois por pessoa) tem início a partir da abertura da bilheteria no mesmo dia do evento.
Informações: (11) 3146-7405 / 7406

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Todo mundo quer amar

COMEÇA HOJE E TERMINA DOMINGO:
Marcos Sacramento e Zé Paulo Becker iniciam hoje uma série de shows do espetáculo  Todo Mundo quer Amar, nos CEUS de São Paulo. 


sexta-feira, 5 de abril de 2013

FESTIVAIS EM SP: Baixo Centro e É Tudo Verdade

O festival em 2012 / Foto: Letícia Macedo/G1
BAIXO CENTRO
Música; teatro; artes; audiovisual; conversas, debates, laboratórios; cultura digital; dança; encontros & passeios; letras; oficinas e performance. Tudo isso está no Festival Baixo Centro, que ocupa de hoje até o dia 14 as ruas do Centro de São Paulo.
A programação tem origem em uma iniciativa coletiva organizada em sites e redes sociais, para promover eventos culturais gratuitos na região. O evento, realizado pela primeira vez em 2012, não tem apoio financeiro da Prefeitura nem de empresas privadas, tampouco conta com leis de incentivo.
Nesta edição, serão 530 atividades.
Uma das intervenções artísticas que já podem ser vistas é a transformação em obras de arte, por um grupo de amigos, de carros abandonados na região.
Fonte: G1
Confira a programação completa. 
É TUDO VERDADE
O Festival É tudo Verdade é o mais importante evento dedicado exclusivamente à produção não ficcional na América Latina. Criado em 1996 pelo crítico Amir Labaki, em sua 18ª edição, aberta ontem em São Paulo, exibe 84 produções não ficcionais, brasileiras e internacionais, em mostras competitivas, informativas e retrospectivas.
Exibindo curtas institucionais produzidos pelo Instituto Brasileiro de Estudos Sociais (IPES) e o filme “Os Anos JK”, de Silvio Tendler, foi aberta no CCBB-SP a Retrospectiva Brasileira, intitulada “Jango e O Caminho para 64”. Também é por São Paulo que começa a exibição dos primeiros concorrentes da Competição Internacional, que inclui 12 títulos.
O festival realiza-se também em Campinas (23 a 28/4), Rio de Janeiro (5 a 14/4) e Brasília (16 a 21/4).
As exibições são todas gratuitas.
Confira a programação completa.

terça-feira, 2 de abril de 2013

39º Festival Sesc Melhores Filmes

Cena do drama franco-alemão Holy Motors/divulgação
O mais antigo festival de cinema da cidade de São Paulo, o Festival Sesc Melhores Filmes, chega à sua 39ª edição. De 3 a 25 de abril, serão exibidos a preços populares, no CineSesc Augusta e em unidades do litoral e interior, 40 longas, brasileiros e estrangeiros, escolhidos por crítica e público como os melhores lançamentos no circuito paulistano em 2012.
As exibições no CineSesc são acessíveis, e todos os filmes contam com audiodescrição e legendas open caption.
1974 – Realiza-se a primeira edição do Festival Sesc Melhores Filmes, em plena época de censura e ditadura militar. O evento teve lugar no Teatro Sesc Anchieta, no Sesc Consolação (na época, Sesc Vila Nova). Nesse primeiro ano, os cinéfilos escolheram A Herança, de Ozualdo Candeias, como o melhor filme brasileiro, e Gritos e Sussurros, do sueco Ingmar Bergman, como o melhor filme estrangeiro.
Programação paralela – O Festival Sesc Melhores Filmes 2013 traz também cursos livres em sua programação, além de seminários e edições especiais do evento Cinema da Vela. As inscrições estão abertas, são limitadas e devem ser feitas no próprio CineSesc.
O primeiro curso será entre os dias 15 e 18 de abril: "A Boca do Lixo e o Cinema de Carlos Reichenbach" traça um panorama da produção cinematográfica do diretor Carlos Reichenbach, o “Carlão”, falecido em maio de 2012. O cineasta era colaborador e amigo do CineSesc, onde realizou (de 2004 a 2012) mensalmente a Sessão do Comodoro, evento que se tornou ponto obrigatório para todos os que queriam assistir a filmes raros e originais, escolhidos, apresentados e exibidos por Carlão. Ele também ficou conhecido pelos filmes Alma Corsária, Garotas do ABC e Dois Córregos, sendo considerado um dos grandes nomes do cinema brasileiro. O jornalista e crítico de cinema Marcelo Lyra, colaborador do "Cinequanon" e autor do livro Cinema Como Razão de Viver, biografia de Carlão Reichenbach, é quem comanda o curso.
Consulte tudo sobre o Festival SESC Melhores Filmes, incluindo a programação completa, com sinopses e horários dos filmes, além de dados sobre todos os 309 títulos lançados nos cinemas ao longo de 2012. 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Oscar mais chato que o mundo

Não, eu não estou enganada. Eu quis dizer “que” mesmo. Afinal, o mundo está chato, mas o Oscar conseguiu ser MUITO mais!! (Eu estou chata, porque acho tudo chato, ou está tudo assim mesmo?) Vi uma parte na TNT e, pouco antes da meia-noite (ou após o Big-B..., como preferirem), estava liberada pra ir dormir deixando gravar na Globo.
Aliás, inesperadamente a transmissão da Globo tornou o evento menos sofrido, com resumo dos premiados até então e comentários de Maria (Beltrão) e José (Wilker). Apenas o som original estava alto demais, atrapalhando a tradução simultânea. A vantagem da gravação é que a gente pode correr a imagem no que não interessa. Ou seja, retalhei quase tudo. Pulei todos aqueles intermináveis números musicais, começando com Chicago e terminando em Os Miseráveis, não importa que digam que é uma obra-prima.Fazia muitos anos que eu não me entediava tanto com um Oscar, justamente porque nos últimos tempos eles não nos cansavam números tão longos.
Sem-gracice geral - Tirando o óbvio (que não gosto de musicais nem de baladas, e por isso nem preciso comentar que detestei a premiada música de 007 Skyfall), a sem-gracice começou com o apresentador Seth McFarlane, fiasco total nas piadas e na performance.
Achei desmerecido o Oscar de melhor atriz para Jennifer Lawrence (coitadinha, tropeçou ao subir os degraus com aquele vestidão, mas isso eu não desejaria nunca). A dita queridinha de Hollywood depois de Inverno da Alma (que não vi) está, na minha modesta opinião, nada mais do que sexy no filme O Lado Bom da Vida. Que, aliás, é sem graça também. E olhe que adoro o Bradley Cooper e amei a interpretação de Jacki Weaver (a mãe do personagem de Bradley), que superou em brilho até mesmo a presença sempre importante de Robert de Niro. Mas o filme não diz muito a que veio e toma ritmo mais para o final.
E por falar em ritmo, vi Amor há umas duas semanas e me perdi um pouco com o ritmo e a frieza. Ficou arrastado em alguns momentos, mas é aquilo que as pessoas dizem mesmo: incomoda pela pungência. Mereceu o Oscar de filme estrangeiro, embora eu não tenha visto os outros concorrentes. Mas jamais Emanuelle Riva merecia perder o prêmio para a citada Jennifer. Ela, que estava na plateia, linda, é a ALMA DO FILME, e podia ter ganhado o Oscar no dia de seu aniversário de 86 anos!
Christoph Waltz mereceu o Oscar por sua atuação em Django Livre, aliás, ótimo filme.
Esperança - Ainda não vi, e, portanto, não sei se mereceram os Oscars: Lincoln, As Aventuras de Pi e Argo. Tenho ido bem menos ao cinema do que gostaria, mas ao poucos – às vezes esperando passar na TV – vou tirando o atraso.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Tulipa Ruiz de graça

É hoje.
Tulipa Ruiz e seu talento de graça, logo mais às 15 horas, no Parque Villa-Lobos.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

PROJETO FEITO NA HORA – Workshops instrumentais

Carlos Bala e seu instrumento – Bateria
Horário: das 14 às 15h30
Neste workshop abordará rudimentos, coordenação, percepção de ritmos, performance ao vivo e estúdio. Baterista alagoano iniciou a sua carreira musical na década de 1970, participando da Banda Municipal do Recife e Orquestra Romançal idealizada por Ariano Suassuna. Já gravou com Laércio de Freitas, Cyro Pereira, Maestro Branco, Guilherme Vergueiro, Nico Assumpção, Maestro Chiquinho de Morais, Eliane Elias, Léo Gandelman, Márcio Montarroyos, Hélio Delmiro, Vernon Reid, Ricardo Silveira, Wagner Tiso, John Patitucci, Arthur Maia, Cristóvão Bastos, Toots Thielemans, Joey Calderazzo, Romero Lubambo, Jeff Garder, Sérgio Mendes, Gal Costa, Marina Lima, Emílio Santiago, Djavan, Simone, João Bosco, Maria Bethânia, Chico Buarque, Sandra de Sá, Nana Caymmi, Miúcha e Caetano Veloso.
Marcelo Martins e seu instrumento – Flauta
Horário: das 17 às 18h30
Apresenta neste workshop a flauta e seus processos musicais e harmônicos para a improvisação. Marcelo Martins, nascido no Rio de Janeiro, iniciou sua carreira estudando flauta na Orquestra do Instituto Abel, em Niterói. Até os dezesseis anos, integrou o corpo discente do Conservatório de Música do Estado do Rio de Janeiro. Em 1985, estudou Harmonia e Arranjo Musical, na Rio Música, com Sérgio Benevenuto, no método Berklee. Em 1987, participou, como saxofonista e flautista, das gravações de dois discos, integrando a banda de Claudio Zoli. Entre 1988 e 1993, participou como músico e compositor, das bandas do baixista Arthur Maia, do baixista Nico Assunção, do guitarrista Ricardo Silveira, do cantor e compositor Djavan, tendo excursionado, com este último, pelo Brasil e Europa. Já tocou com Gal Costa, Caetano Veloso, Flavio Venturini, Zé Ricardo, Carlos Malta e Mauro Senise.
Arthur Maia e seu instrumento – Contrabaixo
Horário: das 20 às 21h30
Neste workshop, abordará aplicação de escalas e modos, diatônicos, explanação de um método de visualização de um tom na escala do contrabaixo, ritmos brasileiros e latinos, configuração de levadas junto com o baterista e sugestões de grooves e melodias. Arthur iniciou sua trajetória profissional acompanhando músicos como Ivan Lins, Luiz Melodia e Márcio Montarroyos. Integrou diversos grupos de música instrumental, como ‘Garage’, ‘Varanda’ e ‘Pulsar’, destacando-se ainda na ‘Banda Black Rio’. A partir dos anos 80, participou de dezenas de shows e gravações com grandes nomes da MPB como Jorge Benjor, Gal Costa, Lulu Santos, Caetano Veloso, Roberto Carlos, Martinho da Vila, Djavan, Milton Nascimento, Marisa Monte, Gilberto Gil, entre outros. Desde 1993 vem acompanhando Gilberto Gil em ‘tours’ mundiais, além de participar de discos e shows de artistas internacionais, como Ernie Watts, Sheila E., Pat Metheny, Carlos Santana, George Benson e Plácido Domingo. Em 1992, ganhou o primeiro o Premio Sharp revelação instrumental.
SERVIÇO (para todos):
Quando: hoje, dia 20 de fevereiro.
Número de vagas: 50.
Duração: 90 min.
Onde: Sesc Pinheiros – Rua Pais Leme, 195 – Auditório 3º andar.
Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.
Não recomendado para menores de 14 anos.